terça-feira, 11 de setembro de 2012

FORMATAÇÃO DO PROJETO

FORMATAÇÃO PARA O PROJETO
PAPEL:   ...............................................................................A4
MARGEM SUPERIOR: ......................................................3.5 cm
MARGEM INFERIOR.........................................................3,0cm
MARGEM ESQUERDA.......................................................4,0cm
MARGEM DIREITA............................................................2,0cm
FONTE PARA TEXTO (ARIAL)........................................     14cm
FONTE PARA CITAÇÕES.................................................   12cm
CITAÇÕES EM ITÁLICO (SEM ASPAS, SEM NEGRITO)
ESPAÇO EM CITAÇÕES:   SIMPLES
ESPAÇO NO TEXTO...........................................................1,5cm
NUMERAR A partir da INTRODUÇÃO, mas contar desde a PÁGINA DE ROSTO.
 UNIFORMIZAR TÍTULO E SUBTÍTULOS.

terça-feira, 29 de maio de 2012

VOCÊ NUNCA VIU NADA ASSIM!

A cidade estava festiva, afinal, iria receber a “estrela” do teatro brasileiro, Ela, a ninfeta siliconizada, tortura dos homens de “bens”, todos queriam ardentemente vê-la de perto, passear pela geografia do corpo daquela mulher. As damas da sociedade, com as suas curiosidades aguçadas, também queriam apreciar aquela escultura, ver de perto o resultado de um bisturi. Abrem-se os panos, perdão, em teatro moderno as cortinas permanecem abertas e não fechadas. Apaga-se a luz. O ator com uma dicção inaudível, discorre sobre o amor, até que surge de traz do praticável, “ela”, bastou para que os comentários na platéia começassem a surgir: - nossa, ela é pequena! – huum! Está muito vestida, - vai ver que ainda rola, é só o começo. Silêncio absoluto na platéia... cena dramática, atriz sentada no chão, sentindo a carga emocional das palavras do namorado. O público começa vagarosamente a soltar risinhos estranho, a atriz compenetrada..., sem entender o riso, pois a cena era forte. De repente, ela olha para a boca de cena e encontra o seu algoz, pula apressadamente, e aos gritos, sai correndo palco adentro, volta à cena extremamente desestruturada, trêmula, retoma o diálogo... minutos depois, aquele atorzinho insignificante parecia que não queria deixá-la em paz, aparece de novo para o fim do espetáculo, a atriz não agüentou, sumiu de cena. A platéia as gargalhadas ovacionou o incidente. O que era para ser comédia romântica (até hoje não sei bem o significado dessa expressão, mas tudo bem.), virou comédia rasgada, daquelas que o público em questão de minutos propagam aos cantos da cidade: – era um rato, - não, era um porco, -não, era um gato. - não gente, foi apenas um gambazinho que mora no teatro, que saiu para passear. Quanto escândalo! Claudete Jaudy- Cuiabá/mt/ 08/02/06

domingo, 6 de maio de 2012

ESCOLA PROF. NILO PÓVOAS RELATÓRIO DE ____________ ALUNO___________________________________________________________1ºANO___ VISITA DE ESTUDO REALIZADA NO ÂMBITO DA DISCIPLINA: _____________________PROFESSOR/(A)________ LOCAL DA VISITA____________________________________________________________________________ DATA DO RELATÓRIO _______/______/________ 2-SUMÁRIO - Diferentes momentos da visita de estudo 3_ INTRODUÇÃO - Objetivos - Conteúdos programático abrangidos 4- DESENVOLVIMENTO 4.1- Apresentação dos fatos ocorridos 4.2- o que mais apreciou e porquê 4.3- o que menos apreciou e porquê 4.4- O objetivo foi alcançado 5- CONCLUSÃO - Balanço sintético dos conhecimentos adquiridos - Sugestão de outras visitas de estudo a realizar no futuro

domingo, 15 de janeiro de 2012

ALGUÉM

Noite...
Nas calçadas, há ecos
mãos ligeiras,
passos velozes
vidas rasteiras.

A noite...
Nas esquinas, há sombras
olhares a espreita
palavras mal  ditas
vítimas alheias...

Nas noites...há o grito...
abrigos não dormido
boca de fome
roubo de morte

No sistema... à noite há máquinas
fábrica de vermes sociais.

Nas ruas... á noite há alguém
pexote, pétreo, petulante

De noite...
Há vida, há transeunte
veloz, vesano e vestuto.

  (Claudete Jaudy)

SOLIDÃO

Silêncio
Ouço somente a voz do pensamento
Liberto meu corpo, encontro seu momento
Intropectivamete me exponho as suas chamas
Depois tudo passa, acaba, relaxa...
A realidade chega estúpida e vazia
Olho em volta... estou novamente sozinha...
                     (Claudete Jaudy- 1979)